domingo, 29 de março de 2015

ENTENDA O MUNDO QUE VOCE VIVE: UNASUL, FORO DE SP, BRICS, AIIB - PREPARE-SE PARA AS MUDANÇAS MUNDIAIS!


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                 ENTENDA O MUNDO QUE VOCE VIVE: 
                UNASUL, FORO DE SP, BRICS, AIIB
                MERCOSUL, CELAC 
- PREPARE-SE PARA AS MUDANÇAS MUNDIAIS!
A questão não é se a Rússia atualmente (ou no passado ou no futuro) quer invadir a Europa. A questão é que os países europeus resolveram se preparar para isso. O mesmo se dá aqui na América do Sul, pode ser que os Norte-americanos nem pensem em invadir a Venezuela ou o Brasil...

Mas por via das dúvidas é melhor a gente se preparar!


A questão não é que a Corte internacional de Haia não seja um tribunal respeitável. Mas o que impede que os países da América do Sul tenham seu próprio tribunal??? Porque temos que levar nossa questões e divergências - aqui na América do Sul - para serem resolvidas na Europa??


A questão não é a qualidade do Banco Mundial e do FMI como bancos Internacionais de fomento, desenvolvimento, infraestrutura. Mas porque não pode haver outros bancos alternativos que adotem outro modelo (sem políticas de austeridade tão severas) ???

Pelo menos 44 países manifestaram intenções de participar do AIIB, Asian Infrastructure Investiment Bank, banco de desenvolvimento criado pela China.

Entre os inscritos no AIIB estão: Alemanha, França, Grã-Bretanha, Brasil, Itália, Rússia, Índia, Áustria, Coréia do Sul, Indonésia, Turquia, Arábia Saudita e Suíça.
Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150331/611508.html#ixzz3WVNIFCli

O Ministério das Finanças chinês declarou que mais cinco países anunciaram sua adesão ao Banco Asiático de investimentos em Infraestrutura (AIIB, na sigla em inglês) em 12 de abril:
 – a Holanda, o Brasil, a Finlândia, a Geórgia e a Dinamarca.

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150412/732383.html#ixzz3XHJAn400


Os países BRICS, simultaneamente, aumentaram sua participação no Banco Mundial e no FMI, mas, apesar disso, e das muitas promessas dos parceiros europeus e americanos, não aconteceu nenhuma mudança prometida de que seria aumentado o papel dos BRICS na governança financeira mundial. Essa foi uma das razões por que na reunião de Fortaleza, em 2014, os líderes dos países BRICS tomaram a decisão de criar seu próprio Banco de Desenvolvimento, com capital de 50 bilhões e em seguida de 100 bilhões de dólares, e um fundo de contingência de 50 bilhões de dólares. 
Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150401/630308.html#ixzz3WTPcenXW

Quem precisa do FMI ou do Banco Mundial que aplica a "ditadura de Washington" se agora se tem AIIB (China) e BRICS duas novas instituições financeiras alternativas? 

Os países em desenvolvimento -agora- preferem recorrer a ajuda dos BRICS/AIIB ao invés do FMI/Banco Mundial que fazem parte do Sistema Financeiro estabelecido e dominado pelos EUA que "jogou países inteiros no abismo", de acordo com a revista 'Contra Magazin'.

O mundo está mudando e devemos entender essas mudanças!
Unasul:
http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,unasul-alerta-contra-ingerencia-estrangeira-na-venezuela,1647553
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Em breve:
A Liga das Universidades BRICS
Uma espécie de associação das melhores universidades dos países do Brics,
o principal objetivo dessas estruturas é ampliar e simplificar a mobilidade acadêmica e desenvolver a pesquisa científico-analítica entre as universidades dos membros do bloco.



E acho que a América Latina conseguiu construir a Unasul, a Celac, agora a Cúpula das Américas. Tem o Mercosul, Aliança do Pacífico. Então, aqui na América Latina, eu acho que não só a questão da inclusão social. Mas a firmação da democracia nessa década foi muito forte.

Entrevista concedida pela Presidenta da República, Dilma Rousseff, ao Bloomberg News - Palácio do Planalto, 31 de março de 2015 (clique aqui)


No resto do mundo se percebe que os Estados Unidos perderam influência e presença no continente americano. As organizações regionais como Unasul e Celac são vistas como mais eficazes e poderosas do que a OEA e, por exemplo, o Brasil se uniu ao banco dirigido pela China, o AIIB.


Seria ingenuidade imaginar que o Brasil, um dos grandes países das Américas, não enfrentaria as reações da direita local e do imperialismo, que se opõem à estratégia de fortalecer a integração latino-americana, a exemplo do Mercado Comum do Sul (Mercosul), União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac); e de se aliar com outras nações em prol de uma nova ordem mundial, com os Brics e outras iniciativas. O imperialismo atua com ações próprias e prestando apoio aos setores mais poderosos das classes dominantes locais para tentar derrotar o ciclo dos governos Lula e Dilma. 
Leia mais aqui: http://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-grri/o-contexto-internacional-e-as-ameacas-ao-brasil-e-a-america-latina-5403.html

Ressussitaram a "Transamazônica" 
só que agora ela não será mais uma estrada 
e sim uma ferrovia!



LEIA TAMBÉM: BRASIL NÃO É INIMIGO DOS EUA


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